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Taxidermia

A Taxidermia refere-se à técnica de dar forma ao corpo do animal que já morreu, realizando-se o preenchimento da sua pele.  Conforme a habilidade do artista, as peças produzidas apresentam grande fidelidade, reconstituindo um comportamento ou postura típica da espécie. Antigamente, as peles eram preenchidas com palha vegetal (daí outro termo utilizado que é empalhamento). Os animais taxidermizados artisticamente geralmente integram coleções de um Museu ou então são utilizadas didaticamente em salas de aulas ou exposições.  Além da taxidermia artística tem a taxidermia científica, cuja finalidade de conservar espécimes para estudos de laboratório. Compare as duas formas de taxidermia nas ilustrações abaixo:

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Na Taxidermia científica os animais fazem parte de uma coleção científica para os pesquisadores consultarem os exemplares. Acima, o casal de jandaia-amarela (Aratinga solstitialis) e do periquitão (Psittacara leucophthalmus).

Taxidermia artística, recriação de habitat e comportamento do pica-pau-do campo (Colaptes campestris).

Procedimentos da taxidermia

A taxidermia começa com o tratamento respeitoso do corpo do animal sem vida. Começa removendo todos os órgãos internos e a musculatura esquelética, deixando-se apenas a pele do corpo com a cabeça (sem os olhos), as asas e os membros inferiores.  Aplica-se o bórax (Tetraborato de sódio) na parte interna da pele para remover toda a umidade possível. Enquanto se espera a cura da pele, um manequim de algodão ou poliuretano é moldado para preencher o corpo vazio e dar forma à peça. Usa-se também arames para estabilizar e dar forma ao corpo e suas partes. Assim que a postura desejada é estabelecida, costura-se da pele e o formol é aplicado para a fixação dos tecidos.

Assista a preparação final da Curicaca realizada pela equipe do projeto, liderada pelo estudante de Ciências Biológicas Eric Rupcic.

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Estudantes do Ensino Fundamental I aprendendo sobre o voo das aves, por meio da exposição de aves taxidermizadas.

Além da utilização acadêmica das peças taxidermizadas artísticas esse material funciona como ferramenta de inclusão para pessoas com deficiência visual. Por meio do sentido do tato, as pessoas podem  interagir com a superfície do corpo de animais e ter uma ideia da textura da plumagem e da diversidade dos bicos das aves. 

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